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JORNALISMO, FEMINISMO E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: AVALIAÇÃO DA COMUNICAÇÃO DA GRANDE IMPRENSA E DOS SITES FEMINISTAS

Alice Mitika Koshiyama – ECA/USP (Universidade de São Paulo – Escola de Comunicações E Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração)

Este estudo exploratório avalia textos sobre violência contra a mulher a partir de conceitos de lugar social (Certeau, A escrita da história) e de história e valor (Heller, O cotidiano e a história). Observa o jornalismo em textos da grande imprensa e o tratamento do tema em sites coordenados por organizações não governamentais feministas. Constata que o jornalismo ao ser “imparcial” não informa e reforça preconceitos contra as mulheres; as ONGs feministas tomam o lugar social da imprensa no apoio às mulheres com informação, opinião e interpretação sobre o que acontece. Assim, a educação dos leitores para a cidadania da mulher é uma política de comunicação feminista.

1. Feminismo e violência contra a mulher

Este trabalho tem a intenção de apoiar uma perspectiva feminista sobre a violência contra as mulheres, e considera a leitura um instrumento básico para a conquista da hegemonia pelos setores excluídos da sociedade. Nesse sentido, reafirmamos a noção da literatura feminista como um campo de construção de novos valores que possibilitam o reconhecimento da autonomia e da igualdade de direitos para as mulheres, formando-as ideologicamente., conforme constatamos em nossas pesquisas (cf.: “Literatura feminista e construção da cidadania da mulher”, apresentado no 1o Encontro sobre gênero, exclusão e práticas de leitura, 13o COLE –CONGRESSO DE LEITURA DO BRASIL).
No entanto, notamos que uma visão de mundo feminista é uma perspectiva minoritária, apesar de alguns discursos otimistas de militantes. Vivemos uma realidade em que falas anti-feministas são proferidas na tentativa de manter as mulheres no lugar social de seres subalternos. E pior do que isso, há um mundo em que violências contra mulheres são assumidos como fatos naturais ou relatos opinativos.
A imprensa registrou fatos emblemáticos do dia Internacional da Mulher em 2005, comentados pela jornalista Ligia M. de Almeida no artigo “Uma semana de homenagens. E gafes.” (cf.: Observatório da Imprensa de 15/03/2005). Nele se destaca a fala do presidente da Rebública:
"Vocês já são a maioria da população brasileira, já são 52%, vocês já têm cargos de vereadoras, de prefeitas, de governadoras. Eu espero que vocês não sejam tão desaforadas e não comecem a pensar na presidência da República. Vai devagar com essa pressa de poder."
Ligia anotou duas ofensas do presidente: a concordância, mais uma vez, e as mulheres. Veiculadas com brincadeiras pelos assessores de Lula, teve a observação totalmente pertinente da jornalista:
(...) quando se trata de mulher, até nós, jornalistas, aceitamos o preconceito como coisa natural. E nos contentamos com a esfarrapada explicação do Planalto. Nem jornalistas nem o Palácio parecem se dar conta de que o preconceito geralmente se revela nas frases ditas com as melhores intenções.”

Mais espantosas foram as afirmações de Frei Betto (até há pouco tempo assessor do presidente da República Lula) no Fórum Social Mundial, proferidas com toda a seriedade de um monólogo que não admitiu réplica, pois ele falou e saiu do recinto. Indignadas, componentes da platéia de mulheres integrantes de diversas entidades que o escutaram, trataram de responder pela internet, mas provavelmente ele nem tomará conhecimento da
Carta Aberta a Frei Betto:

“A sua afirmação - de que o feminismo teria nascido e morrido no século passado - fere a democracia no espaço contemporâneo mais vivo e vibrante da afirmação dos movimentos sociais, que é o Fórum Social Mundial. (...) Negar a presença e existência de um sujeito político é uma grave, senão a maior, arbitrariedade contra as práticas democráticas nas lutas sociais.
A sua afirmação de que o feminismo não enfrentou a trincheira de luta da mercantilização do corpo das mulheres revela grande ignorância da história de lutas das mulheres feministas. O feminismo foi o sujeito político que instituiu, na esfera pública, o problema da exploração das mulheres; que brigou e luta pela defesa da autonomia das mulheres sobre seus corpos e suas vidas; é o sujeito político que estuda, denuncia, combate todas as formas de exploração e tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. O feminismo foi o sujeito político que primeiro denunciou e se solidarizou com as mulheres vítimas de violência sexual e de todas as formas de violência. O feminismo, entretanto, como outros movimentos sociais, ainda não concretizou sua tarefa histórica, mas dela não se afasta, mesmo quando luta sem aliados, e nem fraqueja diante dos desafios que enfrenta neste contexto neoliberal, capitalista, fundamentalista e patriarcal.”

A ignorância de homens da elite brasileira acontece apesar de haver trabalhos como os de Rose Marie Muraro e Carmen da Silva que foram importantes para a construção de uma cultura feminista no Brasil. E, a partir de 1975, temos o reconhecimento pelos poderes públicos e pela sociedade civil da especificidade dos problemas e direitos da condição feminina, conforme atestam abalizados relatos da história recente das mulheres no Brasil. (Ver “Feminismo pós-1975” de Hildete Pereira de Melo e Schuma Schumaher, in Dicionário Mulheres do Brasil, pp.229-239).
Mas o problema é desconhecer trabalhos de autoras e autores de perspectivas feministas? Ou trata-se da negação moral, ética e ideológica de fatos que possam colocar em questão comportamentos masculinos que ofendem mulheres, como atos de violência quotidiana contra a integridade física e psicológica delas?
Regina Soares Jurkewicz, membro da coordenação de Católicas pelo Direito de Decidir no Brasil e na América Latina, realizou a pesquisa “Desvelando a política do silêncio: abuso sexual de mulheres por padres no Brasil”, lançado no final do mês de junho. No dia 20, ela deu uma entrevista a revista Época sobre seu trabalho e debateu detalhes de sua investigação. Página do site Católicas pelo Direito de Decidir registra:
Foi com indignação que recebemos, no dia 30 de junho, a notícia da demissão de nossa companheira Regina do Instituto de Teologia da Diocese de Santo André , no qual era professora havia oito anos. Durante todos esses anos ela lecionou nesse mesmo Instituto sem que a direção se desse conta de que "não concordava nem aceitava" seus pensamentos. Foi somente no dia imediato após a divulgação da sua pesquisa na revista (Época, 20 de junho, 2005) que essa "discordância" de pensamento se explicitou.
Esta atitude da direção do Instituto e do Bispo da Diocese evidencia a incapacidade da hierarquia católica de se abrir ao diálogo. É mais fácil afastar aqueles/as que pensam diferente do poder instituído e têm a coragem de falar, do que enfrentar as contradições internas que vêm minando a credibilidade da Igreja.” (http://www.catolicasonline.org.br/conteudo/conteudo.asp?QS_intTpCont=1&QS_intConteudo=1532)
Observamos que não é apenas uma diferença de opinião. É uma negação do trabalho da docente e da pesquisadora sobre uma realidade que incomoda. Desqualificando a pesquisa como divergência de opinião, os dirigentes do seminário, escola de formação dos futuros sacerdotes, evitam ter de avaliar o conteúdo da pesquisa. Afinal o que acontece de verdade quando padres violentam, estupram mulheres? Os fatos não existem? Trata-se da reafirmação da prática dominante da hierarquia da Igreja Católica em relação às mulheres.
O caso da pesquisadora e teóloga Regina Soares Jurkewicz é emblemático para mostrar a intolerância a qualquer diálogo e mostra porque Frei Betto decretou a morte do feminismo. Percebemos que há, na sociedade brasileira, organizações influentes – como a Igreja Católica – que negam às mulheres os direitos do ser humano, mesmo quando violentadas ou estupradas.

2. Violência contra as mulheres: história, mídia e cidadania

A legitimação de uma história das mulheres nas últimas décadas aconteceu paralelamente ao desenvolvimento de movimentos organizados em defesa dos direitos de cidadania como questão de gênero, classe, raça, na busca da cidadania plena. A própria transformação da pesquisa histórica hoje permite aprofundar indagações sobre o mundo feminino contemporâneo. Há uma valorização da história da vida quotidiana como tema de pesquisa acadêmica e um novo olhar sobre a vida privada para a qual se reconhecem abordagens específicas, como a história das mulheres.
Uma visão da história que busca a valorização dos estudos sobre vida quotidiana não é um mero modismo acadêmico. Ao estudar a organização das sociedades e as formas de desenvolvimento dos relacionamentos humanos no tempo percebemos que há alguns valores permanentes que distinguem o gênero humano, conforme nos demonstra Agnes Heller em O cotidiano e a história.). Para ela, as transformações da sociedade são acompanhadas pelas transformações dos valores dominantes.
E sabemos que a mídia participa de todos os processos históricos da cena contemporânea. A denúncia e a exigência de punição para atos de violência contra mulheres tem sido um programa de trabalho para entidades históricas dos movimentos em nível internacional e nacional. No entanto, o problema permanece, e exige a organização de sistemas permanentes para prevenir, impedir ou punir os transgressores.
A inauguração do Portal Violência Contra a Mulher, em 2005, permitiu reunir informações que contribuem para dar visibilidade a um problema histórico na vida das mulheres brasileiras. É um espaço que atende a mídia, os movimentos de mulheres organizados e vítimas individuais em busca de orientações pontuais. Assume a questão da violência contra mulheres como um problema de criação de políticas públicas e de luta pelos direitos de cidadania da mulher.
O arquivo do Portal referente a matérias publicadas pela grande imprensa, apresenta matérias significativas sobre o tema. Uma delas, reproduzida na íntegra, “Essas mulheres foram assassinadas por seus companheiros”, publicado na revista Marie Claire de outubro de 2004, informa:

“No Brasil, a cada 15 segundos uma mulher sofre algum tipo de agressão. Em compensação, essa mesma mulher leva de 10 a 15 anos para denunciar o seu algoz, acuada por medo, vergonha ou seja lá o que for. Subjugada à vontade masculina ou mutilada em nome de costumes milenares, estima-se que sete em cada dez mulheres vítimas de homicídio em todo o mundo foram assassinadas por seus companheiros. As histórias de mulheres por trás das estatísticas aqui são contadas por familiares que pedem justiça e paz.”

A reportagem traz o relato de casos de mulheres assassinadas e uma delas é Sandra Gomide, morta pelo seu ex-chefe e ex-namorado Antonio Pimenta Neves, em agosto de 2000.
A criação do Portal é parte de uma estratégia de comunicação de apoio a ações de entidades, pesquisadores e especialistas voltados com o fim de implementar políticas públicas a partir de uma ampla campanha de informação, com oferta de assessoria para a mídia.
Percebemos , neste estudo, que os meios de comunicação falam da mulher, mostram a mulher. Interessa-nos descobrir alguns dos parâmetros que estão presentes nesses trabalhos. São visões de mundo que são parte do trabalho quotidiano da grande imprensa. Nesse sentido, o tema da violência contra a mulher permite-nos olhar mais de perto como ela aparece na mídia e na crítica da informação veiculada. Ressalvamos que o nosso trabalho é exploratório.

3. Mulher personagem, não protagonista
Fátima Jordão, jornalista e pesquisadora, observou, a partir do noticiário em época de eleições, que a participação da mulher na sociedade está subdimencionada:
"O protagonismo feminino é muito maior do que o que a mídia retrata. A mídia tem enorme dificuldade para entender como ator legítimo tudo que escapa do tradicional, do poder institucional político. A agenda feminina, o protagonismo da mulher, em vários aspectos ? como política e mercado de trabalho ? ainda é visto na linha de ‘a primeira mulher’, ‘tem candidata mulher a vice-presidente’. Quem abre os jornais hoje vê, só de contar as fotografias de homens e mulheres, que há um desequilíbrio. (...)
A mídia ainda lida muito mais com um reflexo formalizado da sociedade. Ela certamente cobrirá a necessidade da presença da mulher para que uma família tenha condições adequadas de existência. Mas se espanta com o fato de 50% das famílias de baixa renda serem chefiadas por mulheres. Isso é tratado de uma maneira muito superficial, e tem conseqüências quanto a criminalidade, educação de filhos, promoção de pessoas. ” (http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/ec061120022.htm)
Uma experiente analista dos meios de comunicação reconhece, portanto, a dificuldade da media admitir o protagonismo das mulheres.
O que é mais um motivo para o desenvolvimento da crítica dos meios em uma perspectiva feminista.

4. Mídia e critica da mídia

Trabalhamos com muitos textos da internet, e com sites identificados e conhecidos. Constatamos que essas fontes são essenciais para observar criticamente o material da grande imprensa . A internet é também uma fornecedora ágil de arquivos de textos, embora nem todos permitam livre acesso aos não pagantes.
Destacamos os sites dedicados a critica dos media, principalmente o Observatório da Imprensa, com a reprodução de textos significativos da imprensa e a presença de comentaristas como Ligia Martins de Almeida e Cláudia Rodrigues na observação crítica do trabalho de imprensa que tem como tema a mulher, não necessariamente em situações de violência..
É inegável o trabalho dos sites de militância feminista e principalmente do Portal da Violência Contra a Mulher que abriga trabalhos de elaboração própria, e também funciona como espaço reunir matérias publicadas em outros meios impressos, fontes, pautas e temas que dizem respeito ao tema, além de ter links para outros sites que lidam com diferentes aspectos da violëncia contra a mulher.

Destacamos três tipos de trabalhos:
1. Os referentes a coberturas de temas específicos como o caso do assassinato pelo jornalista Pimenta Neves. Verificamos na internet um acervo de informações produzidas pelos meios de comunicação impossíveis de serem reunidas pela pesquisa apenas em veículos dos meios impressos.
2. A crítica a coberturas feitas pelos meios de comunicação de massas impressos, mostrando a superficialidade, as lacunas ou pontos de vistas parciais que poderiam ser corrigidas apenas com maior participação dos jornalistas na cobertura. (textos no Observatório da Imprensa, de Lígia Martins de Almeida, Cláudia Rodrigues, Raquel Moreno e Mauro Malin)
3. A perspectiva dos sites de militância feminista, que a partir de um lugar social, que expressa os valores em defesa de interesses específicos da mulher abordam o tema da violência contra a mulher. (cf.; Portal da Violência Contra a Mulher e Católicas pelo Direito de Decidir)

5. Internet um espaço de trabalho crítico?

Na internet encontramos o conjunto de informações mais críticas a respeito da violência contra mulheres. Seja uma sistemática avaliação do noticiário (cf.: Observatório da Imprensa) seja um portal de serviços, que inclui fornecimento de apoio para jornalistas e?ou pesquisadores (cf.: PortalViolenciaContraMulher), seja na informação sobre um tema específico (cf.: Profissão: Repórter, no caso Sandra Gomide).
No entanto, acreditamos que as fontes puderam ser localizadas, avaliadas e usadas porque tínhamos questões formuladas com clareza, construídas a partir de nossas vivências com os campos do jornalismo, da história e do feminismo.
A simples disposição na internet das informações críticas sobre um campo de saber ou sobre aspectos da vida quotidiana é algo potencialmente muito valioso. No entanto, o uso das informações ainda é um desafio.
Há necessidade de uma intermediação feita pelas pessoas que se especializaram em determinado campo, seja a arte culinária ou a violência contra a mulher, para que a leitura possa ser feita e os dados compreendidos e usados.
É positiva a ação permanente para divulgar um site de serviços como o Portal Violência Contra Mulher em outros meios de comunicação como emissoras de televisão e de rádio e órgãos da imprensa escrita, alÉm de outros sites na internet.
Em um tema carregado de estigmas, preconceitos e desinformações, como é a violência contra a mulher, é importante integrar o tema à vida quotidiana das pessoas, em reportagens veiculadas por sites respeitáveis como o Portal da USP (cf.: Portal na internet é nova ferramenta no combate à violência contra a mulher Marana Borges / USP Online/mailto:marana@usp.br ttp://noticias.usp.br/canalacontece/artigo.php?id=9133).

A escritora e crítica literária Argentina, Beatriz Sarlo, em entrevista a Carla Rodrigues do site nomínimo, negou o mito da internet como um espaço em si democrático. Explicou, baseada na sua experiência, a dificuldade de usar internet:

Pessoalmente, não vejo uma ligação da Internet com o papel dos intelectuais. Para mim a questão da Internet é que requer um público mais bem alfabetizado inclusive mais alfabetizado do que o público dos jornais. É muito difícil manejar a massa gigantesca de texto, com buscadores muitos rudimentares e elementares como são ainda hoje os melhores buscadores, que verdadeiramente só pode ser usado bem por pessoas muito bem treinadas em busca de informações. Mais do que pensar na Internet num lugar super-democrático, é preciso pensá-la como um lugar que exige muita destreza.
(...)
(...) porque sem esse treino para lidar com a Internet o que as pessoas vão encontrar é praticamente o mesmo lixo que se vê na TV diariamente. Se Internet é um instrumento de liberação de informações e mensagens culturais, é para públicos que estejam muito bem preparados. Primeiro, para ler muito bem. Até agora, a Internet ainda é mais texto do que imagem. Internet não tem mapa, não tem cartografia. Portanto, não somente há uma desigualdade material para ter acesso ao computador, mas também porque os públicos estão desigualmente preparados para ter acesso a elas.”
(http://nominimo.ibest.com.br/notitia/servlet/newstorm.notitia.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=26&textCode=17097&date=currentDate&contentType=html)
Acreditamos que vale para a internet a mesma conclusão que estabelecemos para a leitura ao avaliar seu potencial formativo e informativo para as pessoas. Lembramos que pessoas que lêem o mesmo texto não o compreendem e o usam da mesma forma. O modo de ler é condicionado pela inserção do sujeito leitor na cultura de uma época e pela sua formação pessoal, seus objetivos e valores.

Bibliografia

CERTEAU, Michel de. “A Operação Histórica”, in Jacques Le Goff e Pierre Nora (org.). História: Novos Problemas, 4a. ed., trad. Theo Santiago, Rio, Francisco Alves, 1995, pp. 17-48.
HELLER, Agnes. O cotidiano e a história, 3a. ed., Rio, Paz e Terra, 1989 .
“KOSHIYAMA, Alice Mitika. (org.). Mulheres Jornalistas: Opções Profissionais para a Construção da Cidadania, São Paulo, Com-Arte, 2001
KOSHIYAMA, Alice Mitika .Literatura feminista e construção da cidadania da mulher”. Apresentado no 13o COLE – CONGRESSO DE LEITURA DO BRASIL, 1o Encontro sobre gênero, exclusão e práticas de leitura, 2001)
PERROT, Michelle. Os Excluídos da História: Operários, Mulheres, Prisioneiros, 2a.ed., trad. D. Bottmaner, Rio, Paz e Terra, 1988.
RAGO, Margareth. Os Prazeres da Noite: Prostituição e Códigos da Sexualidade Feminina em São Paulo 1890 - 1930, Rio, Paz e Terra, 1991.
SILVA, Carmen da. O Melhor de Carmen da Silva: seleção de Julia Tavares, Rio, Rosa dos Tempos, 1994.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil., Rio Civilização, 1966.As edições da Graal, Rio, 1977 e da Martins Fontes, Rio, 1983 apresentam o mesmo texto de 1966.

Sites:

PORTALDAVIOLENCIACONTRAAMULHER: http://copodeleite.rits.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/reportagens.shtml

PROFISSAO: REPORTER: http://prof.reporter.sites.uol.com.br/bo.htm

SOF – Sempreviva Organização Feminista : http://www.sof.org.br/

Textos de sites:

ALMEIDA, Ligia Martins de. DIA INTERNACIONAL DA MULHER/ Uma semana de homenagens. E gafes. 001/003, Obs.I., Nº 320, 15/3/2005. http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=287VOZ001

ALMEIDA, Ligia Martins de. MÍDIA & MULHER/ Pra lá de Blangladesh, Observatório da Imprensa ANO 10,Nº 330, 24/5/2005, http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=330FDS001

BORGES, Marana. Universidade em foco - 10/06/2005 18:15, VIOLÊNCIA / “Portal na internet é nova ferramenta no combate à violência contra a mulher”, USP Onlinemailto:marana@usp.br http://noticias.usp.br/canalacontece/artigo.php?id=
Carta Aberta a Frei Betto:

http://www.articulacaodemulheres.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=487&sid=69

JORDÃO, Fátima Pacheco. (Entrevista a Mauro Malin) “Entender o protagonismo feminino, só daqui a dez anos”. http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/ec061120022.htm

MALIN, Mauro.NOTÍCIA DE UM ESTUPRO/Tom sensual tira força da reportagem, 29/3/2005 OI Nº 22 , 29/3/2005, http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=322IMQ001#

MORENO, Rachel. MÍDIA & CONDIÇÃO FEMININA/De direito ou de arbítrio?, OI. 17/05/05

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=329FDS003

RODRIGUES, Cláudia. ESTUPRO EM CAMPINAS/Jornalismo declaratório embota leitor, 4/26/2005, http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=326FDS002#

SARLO, Beatriz. ( em entrevista a Carla Rodrigues). A crítica da vida pós-moderna

http://nominimo.ibest.com.br/notitia/servlet/newstorm.notitia.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=26&textCode=17097&date=currentDate&contentType=html

 
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